Por: Antonio LouroExistem atualmente amplas discussões sobre os transgênicos, entendemos que tardiamente, pois a natureza foi dotada de biologistas naturais como à abelha e outros insetos, os pássaros, o vento e etc., que na natureza modificam os vegetais e nunca foram contestados. Não conseguimos entender o motivo de tantas discussões, os contestadores estão de barriga cheia, portanto e fácil contestar quando estão satisfeitos de alimentos, mas normalmente não produzem coisa alguma.
Última atualização (Sáb, 13 de Setembro de 2008 14:21)
Por: Beatriz Antonieta Lopes*Bia Lopes A preocupação com a presença e proliferação desenfreada do flebótomo vetor da Leishmaniose, com os equívocos na condução das ações de controle, tem mais um sério agravante. Além de vetorar o protozoário responsável por esta patologia o mosquito está envolvido em outra letal infecção bacteriana: a Bartonella bacilliformis ou febre de La Oroya, que é uma doença típica da região dos Andes, isto é, de altitude entre 600 a 2 800 metros. Quer dizer, costumava ser. Dezenove pessoas foram vítimas em 2004, em região de baixa altitude, na província de Madre de Diós, que faz fronteira com o Brasil. (Anna Paula Buchalla e Giuliana Bergamo-TERRA É O PARAÍSO)
Por: Beatriz Antonieta Lopes *Bia Lopes Já há bastante tempo se percebe, rodando pela cidade, vários cães com aspecto calazarento, característica da doença. Magros, com feridas, com perda parcial ou total de pelos: os cães são reservatórios do Calazar e da Leishmaniose, cujo vetor é o flebótomo. Existem 14 espécies patogênicas ao ser humano. As mais importantes são: L. donovani, L. infantum e L. chagasi que podem transmitir a leishmaniose visceral, ou casos de manifestações cutâneas. As espécies L.major, L.tropica, L. aethiopica, L. mexicana, L. brasiliense e L.peruviana, vetoram a leishmaniose cutânea ou a forma mais grave, muco cutânea. FONTE: WIKIPÉDIA
Por: Beatriz Antonieta Lopes*BIA LOPES O maior erro no combate ao vetor, reside na insistência de estratégias repetidas e ineficazes, o inadequado entendimento do funcionamento da cadeia de transmissão da patologia, o fato de passar à população que a dengue possa ser “uma doença benigna e passageira”, o grande aumento na produção de embalagens não recicláveis e a falta de reciclar o que é possível, contribuiu, nos últimos anos, para o aumento de criadouros e conseqüentemente, o número de insetos aumenta explosivamente a cada ano, aliado ao erro em pensar que basta exigir da população as providências para a eliminação de locais propícios à proliferação do inseto, esquecendo-se que existem inúmeros terrenos baldios espalhados pelas cidades onde, muitas vezes, o lixo se acumula.
Por: Evalin Alves SalomãoO dilema não é só meu. Ele se instalou pela vizinhança, pela cidade, está presente na Bahia, no Pará, em Minas e por aí afora: devemos mandar matar nossos cachorros amigos? Só em pensar me sinto um ‘amigo cachorro’! Pois é graças a eles, funcionando como 'bois de piranhas', no caso: 'cachorros pra flebótomos', que não é mais grave ainda a incidência da leishmaniose em nosso meio.
Por: Wagner Paulon Dr. Luiz Razzante Junior Médico Homeopata e Acupunturista Espaço De Bem com a Vida O mundo está vivendo o temor de uma nova doença viral que vem se espalhando e causando mortes, oriunda de países asiáticos. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o número de mortes advindas desta infecção chega a 160 casos no mundo todo. A doença é causada por um vírus influenza (da gripe), denominado H5n1, que é transmitido entre as aves em geral e também para humanos.
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